quarta-feira, 27 de junho de 2012

Cultura

A cultura rio-grandense é muito rica e marcante, seja pelos hábitos alimentares, ou pelas danças típicas, é fácil identificarmos um gaúcho onde quer que ele esteja, e grande parte dos gaúchos tem muito orgulho dessa cultura e fazem questão de preservá-la, um exemplo disso são os CTG's (centro de tradições gaúchas) espalhados não só pelo nosso estado, mas por todo o país e em vários locais do mundo, onde é possível conhecer a cultura e praticá-la, respeitando as origens. A preocupação em manter as origens é tanta, que existe até "A Carta de Princípios do Tradicionalismo":
Essa carta foi escrita por Glaucus Saraiva, e foi fundamental para que o exercito reconhece-se o movimento gaúcho. Depois, no ano de 1961, na minha cidade natal, Taquara, no CTG O Fogão Gaúcho, durante o 8º congresso Tradicionalista essa carta foi oficializada, como se fosse uma lei, para que norteasse o rumo que os CTG's seguiriam.
No site do MTG - Movimento Tradicionalista Gaúcho http://www.mtg.org.br/principios.html tem um estudo detalhado dessa carta, que ajuda na sua compreensão.
O MTG é o órgão que orienta mais de 1400 entidades tradicionalistas, e seu brasão é esse:





E tem os objetivos pautados em "Congregar os CTG's e entidades afins, e preservar o núcleo de formação gaúcha, cuja filosofia é decorrente da carta de princípios".
É o MTG também que traça as diretrizes  a serem seguidas, nossa cultura tem regras para tudo, desde como realizar um rodeio até como devem ser as mangas do vestido da prenda. Claro que essas regras regem os participantes dessas entidades, mas de um modo geral o povo gaúcho tem hábitos bem parecidos.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Uma breve abordagem sobre a origem do povo gaúcho

Nosso povo é descendente de alguns povos em especial, primeiramente o povo gaúcho era formado pelos indios da região do Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai, nessas regiões existiam muitos cavalos e gado chimarrão (selvagem) e o povo vivia de laçá-los pelo campo a fora, levavam uma vida de nômades, com uma liberdade imensa. Depois, começam a chegar os colonizadores portugueses e espanhóis, que ao se depararem com costumes tão enraizados acabam se adaptando a cultura local, nessa época
as principais atividades do gaúcho eram serem vaqueanos, outros tocavam tropas de gado, tinha os carreteiros, haviam também os laçadores, boleadores, carneadores e artesãos de produtos de couro,  esses eram muito influentes, por volta do século XIX, começaram a chegar os primeiros imigrantes alemães e italianos, com isso veio a agricultura e a vinicultura, mas apesar de certa resistência, esses imigrantes também absorveram os costumes do gaúcho originário, então em pouco tempo havia um povo único, o povo gaúcho, que é claro tem certas influências dos colonizadores e imigrantes sim, mas a maior parte dos costumes é tradicional dos povos originários da região.
É possível saber mais sobre a origem do nosso povo acessando o  link:  http://www.portalgaucho.com.br/?pg=1&act=19

domingo, 24 de junho de 2012

Apresentação

Olá, este blog é uma proposta da disciplina de seminário de pluralidade cultural, do curso de pedagogia da Faculdade Cenecista de Osório - FACOS.
Acredito que é uma forma de aprendermos sobre a cultura regional antes de trabalharmos, ou até mesmo nos defrontarmos com ela em sala de aula com nossos alunos; ao começar a ler para escrever esse blog percebi a importância de aprofundar meus conhecimentos sobre o assunto, pois várias vezes já havia feito atividades sobre o assunto  com as crianças, e ao pesquisar, percebi que eu mesma tinha um conhecimento muito superficial sobre esse tema, que é tão rico, pra que pudesse fazer um trabalho de qualidade com meus alunos.
Então meu objetivo aqui é esmiuçar um pouco mais sobre essa cultura tão enraizada no nosso estado pra que eu possa aprender sobre minhas origens e as origens de meus alunos pra que eu seja capaz de compreender e respeitar a bagagem que meu aluno trará para a sala de aula, ou se ele não trouxer nada relacionado a isso, pra que eu seja capaz de lhe apresentar a cultura do lugar em que ele mora, com o cuidado de não desrespeitar nem menosprezar alguma outra cultura que ele traga.